Bloqueado pelo Trump, desbloqueado pelo pix
Pobre Alexandre de Moraes…
Condenado ao cruel pena de não poder pisar em solo americano. Agora é obrigado a suportar o insuportável: as praias de Fernando de Noronha, o pôr do sol no Jalapão e a monotonia das Cataratas do Iguaçu, sem citar Ipanema, Angra dos Reis e Copacabana. Sem acesso ao reconfortante concreto de Manhattan, resta-lhe o consolo de caminhar entre tucanos e araras, enquanto o mundo civilizado se esconde atrás de arranha-céus e fast food.
E como se não bastasse, o ministro foi cruelmente desconectado do sistema financeiro americano. Nada de Visa, nada de Mastercard, nada de movimentar dólares pelo Swift — esse sistema tão moderno quanto um fax. Agora, ele terá que se contentar com o Pix, essa invenção brasileira que permite transferências instantâneas, gratuitas e funcionais. Que retrocesso, claro.
Imagine o sofrimento: pagar um cafezinho com QR Code em segundos, sem taxas, sem burocracia, sem precisar esperar três dias úteis para o banco liberar. Que humilhação. E tudo isso sem poder acessar o Google Pay, o Apple Pay ou qualquer outro “Pay” que exige o selo de aprovação do Tesouro americano.
Enquanto o mundo se curva ao império do dólar, Moraes está preso ao real — a moeda tropical que ainda compra açaí, pão de queijo e uma boa rede para cochilar sob o sol brasileiro. Oh, castigo… que comédia!



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